quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Preciso escrver.. só não tenho inspiração..


Dias secos.. terra árida.. [até quando
Cadê a água que me molhava e me aludia..
Estou com sede, muita sede..

ME FALTA ÁGUA, ME FALTA TATO, ME FALTA TUDO..


Eu tenho sede... Muita sede..

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Minha gente, eu acho que me lembrei de quando eu criei este aqui, mas me esqueci de quando devia olhá-lo, cuidá-lo e talvez até amá-lo. Desejo tê-los de volta ao meu encontro e prometo publicar ao menos uma coisa por semana, a partir desta data que vos falo. E mais que isso prometo ler os meus seguidores e afins.... e Comentar, que é o melhor momento de se ter um blog.. Eis que ressurge do ostracismo cotidiano .. este ... esse... meu querido furor letrado.
Sem mais devaneios, fim....

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pertubação VisuCerebral

A sujeira da página
às vezes de certo, me incomoda
ainda que eu saiba
que eu mesma a fiz.
Poder fazer diferente, ou melhor, ter podido
me incomoda também.
por que tudo é tão imprevisível?.?.?.
Por que?
Por que?
O futuro é mar aberto
que só Deus sabe
de fato como é.
A sujeira que no momento
me inspira, amanhã
vai me irritar. Porque assim será?
A inconstância do meu ser
me faz ser IMprudente
ora demais, ora de menos
o certo portanto portanto não sei...
só sei que não será
o que ontem eu planejei,
e que no agora, fruto dá.
O bacana da vida é isso,
então me resta entregar.


VONTADE QUE DA NA GENTE [3]

Reler é algo imensurável
ver o que foi feito,
gostar ou desgostar
é tão bom quanto produzir.
Orgulhar ou envergonhar,
sucumbir ou se permitir
é algo que o reler nos permite...
E o mais legal, é que isso não
é restrito aos papeis e grafites...
mas a qualquer momento, ato,
gesto, gosto, coisa, objeto ... caneco...
que nos faça sentir o que já foi
sentido, querendo mais,
querendo menos. Iludir pra mais,
iludir pra menos.
Querer bem mais, querer bem menos.
Reler pra sempre os movimentos.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Chuva de Setembro - por Pedro Resende


Por acaso ouvir falar na tal chuva.
A chuva pessoal.
Que você tira suas idéias. Que esfria sua cabeça.
Que molha, que lava, que limpa.
A liberdade desce junto com a água. Você fecha os olhos e respira.
Roda e roda, cabelo jogados ao léu, seu momento é este.
Sorriso estampado de uma orelha à outra e a sensação de que aquilo não vai acabar.
Quando se vê, encharcado, a realização melhora.
Você sái de você. Entende que o melhor da vida,é vivê-la.
No fim, tudo que você mais quer, é estar lá denovo.
Na chuva de
Setembro..











http://blogpermitidopensar.blogspot.com/2010/09/chuva-de-setembro.html